Marco Aurélio

Marco Aurélio, natalense, radicalizado mossoroense, apaixonado pelo sertão nordestino aposentado, pai, avô, pescador, poeta, humanista, representante da classe trabalhadora.


 Sua história  pode ser confundida com a de qualquer cidadão brasileiro,  não fosse a narrativa apaixonante nos bastidores do mundo do petróleo e a sua participação ativa na atividade na prospecção,  exploração e perfuração de petróleo na costa brasileira, período compreendido desde os meados dos anos 70, onde a ditadura militar exercia seu poder político e repressivo na democracia, ele trabalhava para plataformas americanas, em nossa costa, convivendo com uma mão de obra estrangeira e intolerante, dentro de um cenário de riscos, acidentes e tragédias,  onde as lesões e fatalidades eram uma constante.


 Entrou na Petrobrás em julho de 82, fez carreira na estatal, abraçou o movimento sindical, onde lutou pela saúde do trabalhador. Na estatal alcançou a supervisão por méritos. Transformou toda essa retrospectiva, numa narrativa empolgante e apaixonante numa obra chamada "Na Boca da Mesa; uma energia necessária, uma luta imensurável ". Uma obra onde a década perdida como muitos rotulam, está perfeitamente registrada no olhar e no sentimento do autor, captados nos costumes, na conjuntura política, nas artes, na música e na luta do proletariado.


Na Boca da Mesa antes de tudo, é uma história de superação, de muito sofrimento e, principalmente, de muitas vitórias!


 Atualmente ele muda de gênero literário ao se aposentar e tornar-se avô.  Mergulha no mundo mágico e encantador da infantilidade dos seus pequeninos, absorvendo as curiosidades, as reflexões e a magia do gênero infanto-juvenil, a publicar a obra "Desanuviando; qualquer coisa que se sonhara", uma coletânea de contos, crônicas e poemas para eternizar, amar, sonhar e viajar na claridade dos seus pensamentos. Esse é o convite do seu novo livro, Desanuviando.